«Diferentemente do que se passa em Portugal continental, no setor dos resíduos urbanos, onde se foram sedimentando os erros - plano estratégico após plano estratégico - sem que aparentemente se fossem tirando grandes conclusões, nomeadamente, quanto ao papel da valorização energética, a situação nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores teve uma evolução mais assertiva na redução da dependência de aterro.»
«A ausência de capacidade suficiente de valorização energética para tratar esses resíduos fez com que, ao longo dos anos, no continente, se maximizasse a utilização dos aterros, sem um planeamento adequado para o momento em que estes atingissem a sua capacidade. Esta lacuna estratégica explica a atual necessidade imperativa de reforçar a valorização energética como componente essencial de um sistema integrado.»
Nas ilhas a opção estratégica foi, contudo, diferente.» *
* Novo artigo da AVALER, publicado recentemente no Água&Ambiente Online, aqui.